Ter?a-Feira, 21 de Maio de 2019



Notícias
Ajustar texto:

Federação

Legislação Previdenciária

  • IN 45 INSS
  • IN 77 INSS
  • IN 69 INSS

Legislação Trabalhista

Estudo analisa rebocadores para otimizar operação no Porto de Santos
Por: Tribuna Online
Postado em: 10/01/2017 as 15:25:51

A partir dessa análise inicial, os alunos produzirão artigos que servirão como base para o projeto final. Tábata Gonçalves, Natalia Santos Silva e Priscila Souza são as alunas responsáveis pelo trabalho. Elas são orientadas pelo professor Ricardo Reiff.

A primeira parte da pesquisa foi montar uma simulação com uma metodologia de observação e cronometragem. Durante alguns dias, a entrada de navios foi cronometrada a partir da região próxima à Fortaleza da Barra até a bacia de evolução dos terminais portuários. O objetivo foi identificar quanto tempo levava esse processo.

“Inicialmente, foram analisados os tipos de rebocadores que existem no Porto, que seriam apenas os azimutais. Eles têm a possibilidade de fazer manobras em 360 graus, o que possibilita que a atracação seja feita de maneira mais rápida do que os convencionais”, destacou Tábata.

Foram duas semanas de observação, no final de novembro passado. De acordo com Tabata, neste período, o Porto de Santos recebeu entre 40 e 50 navios por dia. No entanto, destes, apenas 30 atracaram.

Cais santista conta com o total de 15 rebocadores, de diferentes empresas (Foto: Luigi Bongiovanni)
O que mais chamou a atenção das estudantes nesta primeira fase da pesquisa foram os atrasos. Entre os navios que trafegaram no canal de navegação do Porto em direção aos terminais, entre nove e 15 embarcações não conseguiram atracar no horário previsto.

Segundo a estudante, o maior gargalo é percebido entre a boia 3 e a Fortaleza da Barra. Este é ponto em que os navios mais esperam pelo serviço dos rebocadores no Porto.

“Possivelmente esse problema se dá por conta dos berços que devem estar sendo desocupados ou preparados para o recebimento desses navios, ou também pelo fato do nosso canal de acesso não possibilitar a entrada e saída simultânea de navios por conta dele ser estreito e sinuoso. Existe essa espera para que possa ser aprovada a entrada desses navios”, explicou Tábata.

Problemas climáticos também podem ter afetado o planejamento de atracação dos navios. Isto porque, durante a realização das observações e das cronometragens, uma forte ressaca atingiu a Ponta da Praia.

Solução

Planejar a atracação dos navios, de acordo com a tecnologia utilizada pela embarcação e com a localização dos terminais, pode ser a saída para a solução do gargalo nas manobras de atracação no cais santista. Esta é uma sugestão do grupo de alunos da Fatec que elaborou a pesquisa.

“Os terminais que possuem movimentação maior poderiam ter planejamento e até uma prioridade no momento de atracar. Se tivesse algum outro navio na fila que precisasse atracar nesses primeiros terminais e não possuísse essa tecnologia, eles poderiam fazer uma troca”, explicou Tábata.

A aluna se refere à tecnologia Bow Thruster, um tipo de equipamento propulsor que garante maior manobrabilidade às embarcações. O termo pode ser traduzido como propulsor para manobras. O aparelho é formado por um hélice lateral embutido dentro de um túnel no casco da proa. O dispositivo é muito útil nas manobras para atracar uma embarcação lateralmente.

“Com o Bow Thruster, (um navio) consegue ir sozinho da Fortaleza (da Barra) até o terminal, sem o rebocador. No entanto, quando chega no terminal, ele precisa dos rebocadores, no mínimo três, para encostá-lo no terminal e começar a movimentação. Em caso de navios antigos, eles precisavam dos quatro rebocadores e a manobra dele demorava bem mais porque ele não possui a tecnologia. Essas embarcações comprometem canal inteiro e provocam grandes diferenças nas programações”, explicou a estudante de Gestão Portuária.

Próxima etapa abordará aproveitamento da frota

A segunda etapa do trabalho que está sendo elaborado pelas alunas da Faculdade de Tecnologia (Fatec) Baixada Santista - Rubens Lara prevê a análise do aproveitamento da frota de rebocadores do Porto de Santos. Atualmente, 15 embarcações prestam esse serviço no cais santista, segundo o levantamento inicial dos estudantes.

“Foi perceptível que a gente não usa a nossa capacidade total. A gente não tem navio para tudo isso e também ainda há entraves nesse processo, que acabaram impossibilitando a entrada dos 50 navios em 24 horas”, explicou a estudante Tábata Gonçalves, que realiza esse estudo ao lado de Natalia Santos Silva e Priscila Souza, as três do curso de Gestão Portuária. Elas são orientadas pelo professor Ricardo Reiff.

A aluna explica que, se os terminais investirem em eficiência operacional, a utilização dos rebocadores pode ser otimizada. Isto porque os gargalos não são restritos às manobras, que são processos ágeis. “A utilização de tecnologias pelos terminais e a adequação de equipamentos são necessárias para melhorar as operações”.

Para identificar qual é a taxa de aproveitamento dos rebocadores do Porto, o grupo pretende utilizar simulações. “Na minha conta, vai dar uma média de 120 navios por 24 horas, mas eu ainda estou melhorando a simulação. Ainda preciso trabalhar também com os outros entraves, que podem ser a parte burocrática, porque, até então, eu só analisei o ambiente marítimo portuário, muito embora eu saiba que as operações em terra e a eficácia dos terminais também influenciam muito”, explicou Tábata.

Dificuldades

Segundo o professor Ricardo Reiff, a dificuldade em encontrar dados operacionais do Porto é um grande entrave para as pesquisas acadêmicas. “Percebi, através da aluna, a dificuldade em colher dados reais. Ela fez uma coisa que dificilmente os alunos fazem, que é observar. O trabalho está muito próximo do real, mas o ideal é que tivesse uma fonte de informação precisa. O resultado seria mais preciso”, disse.

Para Reiff, isso é reflexo do grande número de entes que atuam no setor. “Quando você analisa o problema, quem é dono do problema esconde a informação. Cada setor tem uma visão diferente do processo”.




After falling in replica handbags love with Beatrice,gucci replica handbag Pierre immediately worked hard. In 2009, after dropping out of college, he took over a hermes replica handbags construction company founded handbag replica by his father and became a replica handbags major shareholder. Later he became the vice president of the Monaco Yacht Club. Personally, it has reached 50 million US dollars.

termos MPT/PGT

Acesso Restrito

  • Balancetes
  • Prestação de Contas
  • Atas

Sindicato dos Estivadores






contato : 61 3224.1599 / 3323.2242
FEDERA??O NACIONAL DOS ESTIVADORES
SCS - QUADRA 01 BLOCO "G" SALA 506 - EDIFICIO BARACAT
CEP 70309-900 - BRASILIA/DF
SIGA-NOS
? 2015 FNE - Todos os direitos reservados.