Terça-Feira, 28 de Fevereiro de 2017



Notícias
Ajustar texto:

Federação

Legislação Previdenciária

  • IN 45 INSS
  • IN 77 INSS
  • IN 69 INSS

Legislação Trabalhista

Com estrutura precária, Porto da Manaus Moderna vira um caos durante a vazante
Por:
Postado em: 07/10/2016 as 15:32:14

Os trâmites para implementação de um porto na Manaus Moderna iniciou em 2010, quando o Departamento Nacional Infraestrutura de Transporte (DNIT) abriu um edital de concorrência para escolher a empresa responsável pelos estudos de viabilidade técnica-econômica e ambiental, além do projeto básico para o Porto da Manaus Moderna. Desde então, a administração do local passou por diferentes gestões, como a Companhia Docas do Maranhão (Codomar).

Atualmente, o projeto para o porto depende de liberação da Secretaria Especial de Portos do Ministério dos Transportes. A reportagem entrou em contato com a assessoria de imprensa do ministério questionando sobre o projeto, mas a solicitação não havia sido respondida até o fechamento desta edição.

Com a vazante, o problema de ausência de estrutura se torna maior e a praia vira um ‘lamaçal’ por onde carregadores, passageiros, taxistas e carros particulares transitam. O local ainda aguarda a construção de um porto, cujo projeto ainda deve ser liberado pela Secretaria Especial de Portos, vinculada ao Ministério dos Transportes da Presidência da República.

Enquanto o projeto não sai do papel, quem precisa usar a área para se deslocar pelos rios entre os municípios amazonenses sofre com a falta de estrutura. No local, a reportagem flagrou lixo, urubus, e muita lama na praia. O local é o mesmo por onde passam carregadores de frutas e verduras que abastecem a feira da Manaus Moderna, localizada em frente ao porto.

O local é o mesmo por onde passam carregadores de frutas e verduras que abastecem a feira da Manaus Moderna. Foto: Reinaldo Okita

A vendedora Gilmara Marques, 22, chegou de Urucu, próximo à Coari (a 363 quilômetros de Manaus), na tarde desta terça-feira (04). Na capital, ela fez uma breve parada para trocar de embarcação e seguir a São Gabriel da Cachoeira (a 852 quilômetros de Manaus). Por causa da vazante, o nível do rio baixou e uma praia está surgindo no local.

A passageira precisou passar de sandálias pela lama. Para ela, a falta de estrutura é absurda. “Só não sujei meus pés, porque vim desviando da lama”, disse Gilmara. O marido da vendedora, o também vendedor Eduardo Oliveira, 42, acredita que há um descaso com a área e também reclamou da falta de estrutura. “Manaus é uma cidade tão desenvolvida e já era para ter uma estrutura decente neste porto”, afirmou.

Para o agente de portaria Éden Chagas, 35, que está acostumado a fazer viagens anuais para diferentes cidades do Estado, o cenário parece tudo, exceto um porto de embarque e desembarque de passageiros e de cargas. “É uma imundice. Quando chove é um lamaçal feio que não tem condições de ninguém caminhar direito”, disse.

O carregador Luiz Nogueira, 40, que trabalha em uma das balsas disse que até escadas para passageiros são organizadas de forma improvisada. “Se não fosse o pessoal da balsa, não tinha nem escada para descer”, afirmou Luiz, acrescentando que, com a descida do nível do rio, as embarcações não ficam tão próximas às balsas e facilita a desorganização pela extensão do rio.




termos MPT/PGT

Acesso Restrito

  • Balancetes
  • Prestação de Contas
  • Atas

Sindicato dos Estivadores






contato : 61 3224.1599 / 3323.2242
FEDERAÇÃO NACIONAL DOS ESTIVADORES
SCS - QUADRA 01 BLOCO "G" SALA 506 - EDIFICIO BARACAT
CEP 70309-900 - BRASILIA/DF
SIGA-NOS
© 2015 FNE - Todos os direitos reservados.